Tem sido comum sentir dor na base do polegar ao abrir potes, segurar uma caneta ou até mesmo ao usar o celular?
A articulação entre o polegar e o punho, embora pequena, é essencial para boa parte dos movimentos da mão — e é justamente aí que a rizartrose costuma se manifestar.
Essa condição, muitas vezes confundida com tendinites ou outras dores articulares, pode evoluir e afetar significativamente sua qualidade de vida, dificultando tarefas simples do cotidiano.
Descubra o que é a rizartrose, quais são suas causas, sintomas e as opções de tratamento.
E, claro, saber quando é o momento ideal de procurar um ortopedista especialista em mão e punho para se livrar desse incômodos que impactam a sua rotina.
A rizartrose é um tipo de artrose (também chamada de osteoartrite) que acomete a articulação trapézio-metacarpiana, localizada na base do polegar. Essa região é fundamental para os movimentos de pinça e preensão, ou seja, os movimentos que usamos para segurar, apertar e manipular objetos.
Na rizartrose, ocorre um desgaste progressivo da cartilagem que recobre essa articulação, o que leva ao atrito entre os ossos, causando dor, inflamação, rigidez e, nos casos mais avançados, deformidades.
É uma condição degenerativa, mais comum em pessoas a partir dos 50 anos, e afeta principalmente mulheres — embora homens também possam ser diagnosticados.
Assim como outras formas de artrose, a rizartrose está relacionada ao desgaste natural da articulação que acontece com o passar do tempo.
No entanto, outros fatores podem contribuir para o surgimento e agravamento da condição:
É importante destacar que a rizartrose não é causada por uma única razão, mas sim pelo conjunto de fatores que favorecem o desgaste da cartilagem e a sobrecarga do polegar.
Os sintomas da rizartrose geralmente se instalam de forma progressiva. No início, a dor pode surgir apenas após o esforço, mas com o tempo passa a ser constante, mesmo em repouso.
Fique atento se estas manifestações têm atrapalhado sua rotina:
Nos casos mais avançados, pode ocorrer deformidade visível na base do polegar, com o dedo ficando desalinhado ou projetado para fora.
Com o objetivo de aliviar a dor, preservar a função e melhorar a qualidade de vida, o tratamento da rizartrose se divide entre conservador ou cirúrgico – o que vai depender do estágio da doença, da intensidade dos sintomas e da limitação funcional do paciente que a condição já tenha causado ao paciente.
É a primeira abordagem do ortopedista especialista, em casos leves a moderados e pode incluir:
Quando as medidas conservadoras não oferecem mais resultados e o paciente continua com dor intensa e perda de função, a cirurgia surge como uma opção segura.
O ortopedista especialista em mão e punho é o profissional que vai avaliar o melhor procedimento em cada caso, considerando fatores como idade, estilo de vida e grau de limitação funcional.
Existem diferentes técnicas cirúrgicas para a rizartrose, que variam de acordo com a gravidade do caso, com destaque para:
A recuperação após a cirurgia exige imobilização inicial e reabilitação com fisioterapia.
Essencialmente você deve procurar um ortopedista especialista já aos sinais dos primeiros sintomas – dor persistente na base do polegar, dificuldade para segurar objetos, rigidez ou deformidade.
Muitas vezes, as pessoas convivem por anos com os sintomas de rizartrose, acreditando que se trata de idade ou cansaço pelo esforço feito com as mãos.
Mas a grande verdade é que o diagnóstico precoce aumenta suas chances de um tratamento bem sucedido e também as chances de preservar a função da articulação, sem precisar de tratamentos invasivos.
Na COFE Ortopedia Tatuapé, contamos com um time de ortopedistas especialistas em articulações diversas, prontos para oferecer um diagnóstico preciso, atendimento humanizado e as melhores para restaurar sua qualidade de vida.
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